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4 Dezembro

Design e emotividade

As emoções sempre estiveram entrelaçadas com a experiência humana de vida. Por mais que os filósofos sustentem que a razão é a única maneira segura de se chegar à verdade, no dia-a-dia, a verdade que impera é a dos sentimentos. Isso porque a emotividade é uma habilidade crucial para o relacionamento consigo mesmo e com os outros.

É através da emoção que se faz visível a presença dos outros dentro de nós mesmos: é alguém que nos faz chorar, rir ou tremer. Também podem estimular emoções os objetos que nós utilizamos. O design está cada vez mais atento a isso.

Veja nesse projeto conceitual de Silvia Grimaldi, como o design explora bem o medo e o apego. A lâmpada fica cada vez mais forte na medida em que se aproxima da beirada da mesa. Quando cai, suprende a pessoa, quicando de volta. O abajur é feito de borracha!

One-edge, o abajur de borracha desesperador


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11 Comentarios »

  1. Interessante vi no portfolio dela aquele banquinho que é estavel e da para retrair ele.
    Comentario por Jonas Rafael Rossatto
  2. Pô, mas já chega assim? mandando sobre “emotional design” na cara dura? sem nem um vinhozinho, um fundue, um buque de rosas… nem se apresentou pro pessoal…

    Com certeza a gente escolhe a cultura material que vai nos cercar de forma bem mais emotiva do que lógica, o bom e velho exemplo do ipod, mesmo não sendo tão poderoso em gigas do q os concorrentes, sendo mais caro e o escambau, ainda vendia/vende (não tenho certeza) mais do que os similares, e um dos grandes motivos é o mito que rodeia a maçãzinha.

    Cara, que bom que vc vai participar disso aqui, acho que é um grande crescimento no time.

    Mas uma dúvida, quando citar um texto seu em trabalho, coloco DOIDO, Usabili (2007) ?

    (trocadilho fraco, porém inevitável…

    Comentario por Fernando
  3. Outra coisa é o produto não só permitir mais incitar a interação da pessoa, quando ele desperta a vontade de mexer na coisa, testar a reação, a cadeira que abre acho q é mais ou menos nessa linha.

    Mas sente essa luminária (q normalmente são coisinhas babacas) no site da moça

    http://www.nimblecritters.co.uk/products.htm

    Comentario por Fernando Galdino
  4. [...] Design e emotividade [...]
  5. Esse negócio de apresentação acho meio chato… Melhor mostrar serviço.

    Cara, aquela tese que te mandei sobre design incompleto ou o conceito de obra aberta aplicada ao design ( http://www.cs.chalmers.se/idc/theses/04/pdf/tannfors.kristensen.pdf ) fala justamente disso: projetar produtos que permitam que as pessoas explorem novas possibilidades, como essa luminária maluca.

    Comentario por Frederick van Amstel
  6. [...] Design e emotividade por Frederick van Amstel sobre: Design Conceitual, Arte, Estilos [...]
    Pingback por design
  7. fernando, normal, o fred tem alguns problemas, o primeiro deles é achar que ta certo emtudo e o segundo é um ego do tamanho do mundo, normal… e é por isso que muitos amigos meus (designers fodas) não gostam do fred.
    Comentario por Anônimess!
  8. [...] na memória para que elas comprem mais e puxem essa linha de produção, e mais, somos nós que já estamos falando de despertar emoções com nossas coisinhas, pra que o fulano se sinta maravilhoso quando usar e que compre outro quando aquele quebrar, ou ele [...]
  9. HAhahahah.

    o ego é inerente a geral do design, eu controlo o meu deixando ele e minha arrogancia, tão grande quanto, bricando de casinha.

    Já ouvi alguns designers foda reclamand do ed, já chamaram de bundão, de oportunista e de naba, não necessáriamente nessa mesma ordem.

    eu ainda curto os textos do usabilidoido e respeito o maluco.

    Comentario por Fernando Galdino
  10. eu curto os textos dele ele tem uma concepção boa de usabilidade mas em design ele é 0, ele não é bom em criar MEEEESMO.

    e ele é muito popzinho, tem de ter mais humildade.

    Comentario por Jonas Rafael Rossatto
  11. [...] Frederick van Amstel escreveu há poucos dias, aqui no blog, o texto Design e Emotividade e nele falava “O design está cada vez mais atento a isso”. Ele está muito certo, o outro [...]

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