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Abaixo a ditadura na decora

Arquitetos e designers de interiores dizem não ao modismo e valorizam referências pessoais dos moradores para obter uma casa com personalidade

Sabe aquelas decorações feitas tal e qual as dos apartamentos-modelo de prédios em construção, que, de tão semelhantes, parecem produzidas em série? Importantes profissionais do segmento torcem o nariz para elas, algumas das quais vira-e-mexe são vistas em veículos de comunicação especializados no assunto. Um exemplo: sofá branco, parede fendi, espelho na sala de jantar para ampliar o espaço… E só. Para eles, essa certa estandardização dos projetos acaba deixando de lado a história de vida dos moradores, algo que hoje retomou força para fugir do lugar-comum. ?O que se vê, quase sempre, é muito impessoal?, diz o arquiteto Arthur Casas, para quem o resultado, na maioria das vezes, remete à atmosfera de um showroom.

Leia a matéria completa por Roberto Abolafio Jr. no Casa& do Estado de SP.

Por Armando Fontes

Carioca, morando no oeste catarinense, ex-baixista, ex-míope e ex-cabeludo, que crê que atividade de design ganhará cada vez mais respeito na sociedade, quando a classe como um todo, perceber que o que fazemos está mais próximo da Economia do que da Arte. Que nosso atividade gera lixo, riquezas, transformações sociais e culturais. Gestor de marcas e identidade corporativa pela PUC-MG, Designer de produtos pela UFRJ. Editor do twitter (@design_se) que uniu forças com o Espaço.com/design em 2010. Estudioso de cervejas e homebrewer da Cerveja Vilã

Autor da frase: "Minha mãe fez designer."

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