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História do design na América Latina

Será realizado hoje, às 19h, no Museo Nacional de Bellas Artes de Buenos Aires, o pré-lançamento do livro Historia del diseño en America Latina y el Caribe: Industrialización y comunicación visual para la autonomia. Organizado por Silvia Fernandes e Gui Bonsiepe (ex-professor da ESDI/UERJ), a obra é iniciativa do Nodal (Nodo Diseño América Latina) e publicada pela Editora Edgard Blücher, de São Paulo. 

O lançamento do livro na capital Argentina é parte das atividades associadas  às exposições Modelos de Ulm: 1953–1968 e Tomás Maldonado: un itinerario, inauguradas no local no último dia 30.  

O capítulo a respeito do Brasil foi escrito por Ethel Leon e Marcello Montore que estarão presentes no pré-lançamento junto com Silvia Fernández, do Nodal, o editor Edgard Blücher, Gui Bonsiepe, e outros autores. Maiores detalhes no site: www.nodal.com.ar/?p=60.

(Fonte: ESDI/UERJ, Redação: Luciana Ribera)

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ESDI completa 45 anos figurando entre as melhores do mundo.

Em 10 de julho de 1963 era inaugurada, no Rio de Janeiro,  a primeira escola de Desenho Industrial de nível superior do Brasil e da América Latina: a ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial). O decreto que a criou foi assinado em 05/12/1962.  Esta semana, portanto, a escola completou 45 anos desde sua criação.

A princípio, a ESDI era independente, vinculada à Secretaria de Educação e Cultura da Guanabara; mais tarde, quando da fusão dos Estados da Guanabara e RJ, foi incorporada à UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

Localizada no histórico e cultural bairro da Lapa, a ESDI foi eleita, em novembro deste ano, pela revista Business Week, uma das 60 melhores escolas de Design do mundo – ao  lado de instituições como Harvard e MIT (Massachusets Institute of Technology). No ano passado, ficou com a maior pontuação entre as escolas brasileiras, pelo ENADE. Outro feito foi receber o prêmio IF Gold de Design, graças a um projeto inovador:  o compensado de palmito de pupunha. Foi a primeira instituição de ensino a receber esta importante premiação, há dois anos.

O modelo de ensino da ESDI prima pelo rigor técnico e científico para o desenvolvimento de produtos de massa, a exemplo da escola de Ulm (Alemanha 1953-1968, tida como a “Bauhaus do pós-guerra”). Segue, abaixo, trecho do discurso de inauguração, feito pelo então governador Carlos Lacerda: 

“Eis que agora, depois de dois anos de lutas e de espera, graças à tenacidade e à lucidez de homens do valor do meu eminente amigo e companheiro de governo, professor Flexa Ribeiro, de homens dos quadros do Estado e me permito citar apenas um e para resumir nele os demais, o professor Lamartine Oberg , e de homens da comunidade carioca, como aqueles que aqui hoje se encontram presentes, podemos lançar as bases da Escola Superior de Desenho Industrial, que visa, além de formar quadros para a utilização devida dos materiais e para a educação do gosto e do uso funcional de uma civilização industrial nascente, visa a uma alta tarefa, esta, sim, profundamente nacionalista (…) Até esta compreensão de que podemos, como há pouco acentuava o Secretário de Educação, importar toda a vida know-how e técnica sem trazer a tudo isso uma contribuição que ouso esperar seja inovadora e surpreendente, como surpreendente e inovadora é sempre a contribuição da imaginação brasileira, se lhe põem ao alcance uma forma de se educar e de se exprimir.” 

Fonte de pesquisa: ESDI/UERJ. Texto: Luciana Ribera 

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Portfolio na web: dicas e cuidados

A apresentação do portfólio na Internet ganhou terreno pela relativa facilidade de publicação e pela abrangência da rede. A apresentação de trabalhos on-line, além de simples, representa economia de tempo tanto para quem se apresenta quanto para quem o visita.A única desvantagem, se é que podemos chamar assim, é que, enquanto na apresentação impressa o profissional pode defender pessoalmente seus trabalhos, na Internet o discurso falado dá lugar ao discurso virtual – construído por imagens, textos e hyperlinks – por onde o visitante viaja sem ter que, necessariamente, obedecer a uma ordem lógica. O discurso virtual, portanto, deve ser elaborado de modo a ser tão convincente quanto o real. Por isso, alguns cuidados devem ser observados na hora de construir um portfólio na Internet, afinal, ele será não apenas um site, mas uma vitrine da sua capacidade profissional! 

“Ciberfolio” – A elaboração de um portfólio on-line tem tantas peculiaridades que a professora Joy Till (PUC-RJ) cunhou, em sua tese de mestrado, um termo especial para designá-lo: ciberfólio. Em seu artigo acadêmico intitulado “Ciberfólio: contribuições da linguagem narrativa no portfólio virtual”, ela destaca a Internet como um espaço propício para que o designer divulgue seus principais trabalhos bem como projetos pessoais (fotografias, literatura, entre outros), individualizando seu portfolio e revelando um pouco de sua personalidade. Quanto ao número de trabalhos a serem expostos, ela dá a dica: não mais que 8 a 10 já são suficientes para mostrar as habilidades profissionais. 

Itens de atenção – outros passos podem ser seguidos para não errar a mão no seu portfólio virtual: 

1) Blogs e sites gratuitos: têm sido muito usados para abrigar portfolios. Especialistas, no entanto,  recomendam o uso de domínio próprio porque transmite mais profissionalismo, evita endereços longos que ninguém memoriza e torna o profissional mais rapidamente identificável em meio a tantos “sitegratis.com.br/grupos/trabalhos/ portfolio/fulano/etc.”  Ao mesmo tempo, a hospedagem própria mantém afastadas as pop-ups de propagandas que atrapalham a navegação e irritam os internautas.Outra questão é que o portfólio é composto, basicamente,  por imagens. Com isso, certos blogs pesam demais e demoram muito para carregar, o que pode afugentar o visitante. O blog pode ser usado como um “extra”, um apoio que o profissional usa para, por exemplo, discorrer sobre temas ligados à sua área. Deverá estar linkado no site do portfólio, nunca devendo ser usado para contar detalhes da vida pessoal.  

2) Navegação: aqui a palavra de ordem é objetividade. A capacidade de organização profissional já pode ser avaliada neste item.  

3) Layout: ele não pode “brigar” com as peças apresentadas e nem chamar mais atenção que elas! O ideal é que seja simples, bonito e enxuto, sem excesso de informações visuais. 

4) Animações: o uso da animação precisa ser consciencioso. É bom considerar os usuários de Internet que não têm banda larga. Além disso, nem todo mundo tem tempo ou paciência de esperar uma animação pesada carregar e assisti-la até o fim. Corre o risco do visitante fugir.

 5) Erros de português: a língua portuguesa é colocada em segundo plano por profissionais de diversas áreas. Muitos não se preocupam com a correção do idioma, achando que isto não tem importância em suas carreiras, o que não é verdade. Pesquisas indicam que erros de português perante empregadores transmitem a idéia de desleixo, pouco-caso e ineficiência. Uma solução para os mais distraídos é ter um dicionário sempre ao alcance para consultá-lo em caso de dúvidas. 

No mais, criatividade e bom-senso.    

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“Revela – papel do Design” (RE)

Entre os dias 20 e 23 de novembro acontece, em Recife, o “Revela – Papel do design”, evento com palestras, debates e oficinas que visam discutir a função do design na sociedade.

O encontro reunirá profissionais como o designer gráfico Rico Lins (Esdi 1976), o designer de produto Jaakko Tammela, o estilista Jum Nakao, o designer e professor da UFPE Leonardo Castillo e o diretor de arte Luiz Stein.

Para falar sobre a integração entre Design e T.I., estarão presentes H.D. Mabuse e Leonardo Meira, do Cesar (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife).

As palestras e oficinas são gratuitas. Os interessados devem inscrever-se entre os dias 12 e 16 de novembro pelo site: www.centrodesignrecife.org, onde também encontram-se informações mais detalhadas.

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“Ensus 2008″

Entre os dias 9 e 11 de abril de 2008 será realizado o segundo “Encontro de Sustentabilidade em Projeto” – “Ensus 2008” – no Balneário Camboriú, SC. O evento visa discutir o desenvolvimento de produtos e sistemas sustentáveis e é destinado a designers, arquitetos e engenheiros.  

As inscrições vão até o dia 4 de abril de 2008. Valores: R$ 40,00 (estudantes) e R$ 50,00 (profissionais). Prazo para envio de resumos: 30 de novembro. Inscrições e maiores informações no site:
www.ensus.com.br
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O scroll horizontal

A barra de rolagem horizontal, muitas vezes evitada pelos webdesigners, começa a mudar de cara e ter uma nova utilidade: é que a navegação horizontal em sites, embora ainda pouco difundida, ganha cada vez mais espaço. Viu-se nela um jeito diferente e original de exibir o conteúdo, facilitando, por exemplo, a criação de sites de uma única página, com layouts arrojados. Com criatividade, este tipo de rolagem pode resultar em trabalhos bonitos, diferentes e de fácil navegação.

Sobre este assunto, segue uma dica “pescada” do DSGN resources: é o www.thehorizontalway.com , que mostra vários sites feitos com scroll horizontal e disponibiliza template para download, para quem estiver a fim de fazer um “test drive”.

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Dia Mundial da Usabilidade

Nos dias 07, 08 e 09 de novembro acontece , no Rio de Janeiro, o “World Usability Day” (Dia Mundial da Usabilidade), com o objetivo de divulgar a importância da engenharia da usabilidade e do design centrado no usuário.

O evento tem caráter global, e é organizado por voluntários de diversos países. No Brasil, os eventos ocorrem no Rio em três datas, nos seguintes locais: ESPM, SENAC e UERJ. Recife (Livraria Cultura) e Curitiba (auditório da UNINDUS) também tomarão parte nos dias 08 e 09, respectivamente.

Oficinas e palestras fazem parte da programação. As inscrições são gratuitas. Informações detalhadas encontram-se no site: www.wudrj.com.br

Fonte: www.wudrj.com.br

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Exposição “Gringo Cardia de todas as tribos” (RJ)

Segue até o dia 11 de novembro a exposição “Gringo Cardia de todas as tribos”, no Centro Cultural dos Correios (RJ).A mostra traz a público, pela primeira vez, o trabalho do arquiteto que atua como designer, cenógrafo, diretor de arte, diretor de videoclipes, teatro, etc.

Entre as obras expostas estão as incursões de Gringo nas artes cênicas, dança, música, cinema, vídeo, design, videografismo, moda e TV, reunindo uma produção de cerca de três décadas de carreira. Um dos destaques é a parceria com a Cia. de Dança Deborah Colker, para a qual fez todas as direções de arte e cenografia. Além disso, há a exibição de videoclipes dirigidos por Cardia para artistas como Rita Lee e Skank.

O evento tem curadoria de Heloisa Buarque de Hollanda e Eva Rosental.

Centro Cultural Correios:Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – Rio de Janeiro
Mais informações: (21) 2253-1580.
ENTRADA FRANCA.

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6º Design na Brasa

Nos dias 27 e 28 de outubro acontece, em São Paulo, a sexta edição do “Design na Brasa”. Além de divulgar as diferentes vertentes do design, o evento tem como objetivo a conscientização ambiental e social.

O tema deste ano é o aquecimento global, visando discutir as principais causas, conseqüencias e ações úteis para minimizar seus danos.

O evento terá 30 palestras e 10 oficinas, com a participação de grandes nomes do design. Ainda dá tempo de se inscrever. Maiores informações: no site do DB

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Hoje: 75 anos de Ziraldo

Para homenagear o ilustrador foi criado o “Almanaque do Ziraldo”, com textos e projeto gráfico do designer carioca Luís Saguar e da cartunista Rose Araújo. A publicação tem 304 páginas e foi lançada na XIII Bienal do Livro, que aconteceu em setembro no Riocentro (RJ).

O intuito dos autores é mostrar as várias faces de Ziraldo da Silva Pinto que, ao longo de sua carreira, atuou – e atua até hoje – como cartunista, chargista, caricaturista, jornalista, pintor e escritor.

Mineiro de Caratinga, foi no Rio de Janeiro que Ziraldo consagrou-se como um dos artistas gráficos mais reconhecidos do Brasil. Lançou, nos anos 60, a primeira revista feita por um só autor: “A turma do Pererê”. Na ditadura militar, fundou com amigos o famoso jornal “O Pasquim”.  Em 1969 lançou “Flicts”, seu primeiro livro infantil. Onze anos mais tarde lançou “O menino maluquinho”, personagem que ficou mais famoso e foi adaptado para cinema, teatro, quadrinhos, TV, ópera e Internet.

“Almanaque do Ziraldo” levou cerca de 6 meses para ficar pronto: a pesquisa começou em fevereiro deste ano, seguida pela concepção gráfica, diagramação e finalização dos arquivos em agosto.

O projeto gráfico é realmente caprichado. Confiram, no link abaixo, o blog do designer que criou o projeto, com fotos da capa e de várias páginas do almanaque:

http://saguardesign.blogspot.com/2007/10/estria-almanaque-do-ziraldo.html

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Ex-libris famosos

A Revista “Designe”, da UniverCidade (antiga Faculdade da Cidade – RJ), disponibiliza em seu site alguns artigos publicados na versão impressa. Destaco aqui um de autoria do designer gráfico Amilcar Starosta, que mostra exemplos de ex-libris pertencentes a estrangeiros e brasileiros famosos. 

Ex-libris significa “este livro pertence a” e consiste em uma espécie de etiqueta, desenhada por um artista, feita para marcar livros e identificar o proprietário de determinado acervo. Em grandes bibliotecas, como a Biblioteca Nacional (RJ), por exemplo, é possível encontrar vários exemplares artisticamente marcados.

Leitura interessante tanto a título de curiosidade como para ampliar o conhecimento sobre o assunto. Vale dar uma olhada no link abaixo (atenção, o artigo está em PDF).

http://www.univercidade.edu/iav/img/pdf/ExLibris_Designe6.pdf

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Dica de leitura: “Faça você uma marca”!

Além da Internet, uma fonte muito rica para se obter conhecimentos são aquelas peças gráficas cujas lombadas podem ser coladas ou costuradas, geralmente com muitas páginas, capas coloridas, projetos gráficos bem cuidados… Sim! Eles mesmos, os livros que você, designer gráfico, além de ler, certamente, aprendeu ou vai aprender a fazer!

Pensando nisso, aí vai uma sugestão de leitura: “Faça você uma marca”, do designer e publicitário Francesc Petit, um dos fundadores da DPZ – agência brasileira (que dispensa apresentações, certo?)

Não espere encontrar neste livro uma auto-ajuda que vai te dar o passo-a-passo para uma criação bem-sucedida, porque é de outra maneira que ele ensina. O autor selecionou diversas marcas, a maioria mundialmente reconhecida, e traçou um perfil completo de cada uma: época e formação da empresa para a qual foi criada, histórico, mudanças que sofreu ao longo do tempo, exemplos de marcas bem-sucedidas e outras nem tanto, marcas “doentes” que precisam ser “tratadas”, sempre com comentários críticos e esclarecimentos sobre o porquê de cada opinião. Além disso, traz um capítulo que mostra a tipografia em seus diversos períodos.

Um aspecto interessante da obra é que, ao situar as marcas historicamente, o autor traz à tona várias curiosidades relatando, por exemplo, como Gabrielle Chanel virou Coco Chanel e por que a criação da atual marca da Siciliano foi cercada de emoção e lágrimas.

Contando estes diversos “causos”, Petit deixa claro que a criação de marcas exige uma elaboração bem maior do que se costuma imaginar e ressalta o processo criativo como algo que começa bem antes de se ligar o computador.  

Faça Você Uma Marca
Petit, Francesc
Futura 2006.

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Exposição “A cultura do cartaz” (RJ)

A Cultura do Cartaz
Atenção, designers gráficos, publicitários, jornalistas culturais, estudantes e galera que curte o tema!

Está acontecendo, até o dia 04/11, a exposição A Cultura do Cartaz: Meio Século de Cartazes Brasileiros de Propaganda Cultural, no Centro Cultural dos Correios, Rio de Janeiro. A mostra tem curadoria do designer gráfico Paulo Moretto, e traz um panorama da arte cartazística brasileira da década de 50 até os dias de hoje. Para isso, foram reunidos cerca de 150 cartazes criados para divulgação de filmes, teatro, shows e exposições.

A Cultura do Cartaz… reúne obras de ilustradores, designers e artistas visuais, contando com nomes como Gringo Cardia, Alexandre Wollner, Fernando Pimenta, Ziraldo, entre outros.

O curador chama a atenção para o fato de que o cartaz reflete aspectos da sociedade de sua época, servindo como referência cultural e histórica, mostrando, inclusive, a evolução tecnológica do período. Por exemplo, o público poderá observar que, enquanto na produção brasileira o formato chamado “meia-folha” (64 x 44 cm) é recorrente, na Europa os cartazes costumam alcançar dimensões superiores a 1 metro. Segundo Moretto, o cartaz sempre foi considerado um desafio para os designers gráficos por ter um espaço limitado e, ao mesmo tempo, favorável à experimentação.

Entre as peças que fazem parte da mostra estão os cartazes dos filmes “Ilha das Flores”, “Pra frente Brasil”, da peça teatral “Calabar”, além de uma coleção da prefeitura de São Paulo que, em 1987, reuniu designers para que cada um ilustrasse um artigo da Declaração dos Direitos Humanos.

A montagem da exposição exigiu que fossem pesquisadas mais de sete mil peças gráficas, durante um ano, em arquivos de instituições paulistanas e acervos particulares.

Imperdível para os apreciadores das artes gráficas e para quem quer aumentar sua cultura!

A Cultura do Cartaz: Meio Século de Cartazes Brasileiros de Propaganda Cultural
Centro Cultural dos Correios. Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro – Rio de Janeiro.
Telefone: (21) 2253.1580. De terça a domingo, das 12h às 19h
Entrada franca.

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6ª Semana de Design do SENAI-RJ



No próximo dia 23 de outubro terá início a 6ª Semana de Design do SENAI-RJ. O evento é composto por uma série de palestras, ministradas por profissionais de destaque na área, entre ilustradores, poetas, professores e – é claro! – designers.

A programação conta com pelo menos dois palestrantes por dia de evento, tratando de temáticas variadas como: “Acabamentos especiais”, “Caligrafia & design”, “Cultura de rua”, “Design como ferramenta estratégica de negócios”, entre outras.

Paralelamente ao ciclo de palestras será possível conferir a mostra “Ação, expressão e forma”, apresentando projetos de novos designers.

A Semana de Design do SENAI é um evento de âmbito nacional e tem o objetivo de mostrar a importância do design, aproximando estudantes, professores, profissionais e empresas. É uma boa oportunidade para quem quer obter mais informações sobre a área e aprender com a experiência de quem já atua com sucesso no mercado. E o melhor: a entrada é franca!

6ª Semana de Design do SENAI.
De 23 a 26 de outubro/ 2007.
Local: SENAI Artes Gráficas – Rua são Francisco Xavier, 417. Maracanã – Rio de Janeiro
Fone: 0800-231-231
Horários das palestras: 19h às 20h15 e 20h30 às 21h45